{"id":1975,"date":"2017-08-31T19:22:59","date_gmt":"2017-08-31T22:22:59","guid":{"rendered":"https:\/\/news.truckpad.com.br\/?p=1975"},"modified":"2017-08-31T19:22:59","modified_gmt":"2017-08-31T22:22:59","slug":"falta-de-atencao-e-fator-que-mais-mata-nas-rodovias-federais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/news.truckpad.com.br\/?p=1975","title":{"rendered":"Falta de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 fator que mais mata nas rodovias federais"},"content":{"rendered":"<p><b>Taxa de letalidade caiu de 18,8 mortes\/dia, em 2015, para 17,5 mortes\/dia, em 2016<br \/>\n<\/b><br \/>\nA falta de aten\u00e7\u00e3o foi o fator que provocou o maior n\u00famero de mortes nas rodovias federais em 2016. \u00c9 o que revela a terceira edi\u00e7\u00e3o do Atlas da Acidentalidade no Transporte, divulgado nessa semana pela Volvo. O documento, feito a partir do banco de dados da PRF (Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal), faz um diagn\u00f3stico dos acidentes de tr\u00e2nsito nas 165 rodovias federais do Brasil. No total, 1.215 pessoas morreram por falta de aten\u00e7\u00e3o das rodovias federais, seguidas por dirigir em velocidade incompat\u00edvel com a via (914), ultrapassagens indevidas (510) e ingest\u00e3o de \u00e1lcool (439).<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel no portal\u00a0<a href=\"https:\/\/www.atlasacidentesnotransporte.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.atlasacidentesnotransporte.com.br<\/a>, o documento tamb\u00e9m revela que o n\u00famero de mortes nas rodovias federais brasileiras teve uma pequena queda entre 2015 e 2016. A taxa de letalidade caiu de 18,8 mortes\/dia em 2015 para 17,5 mortes\/dia em 2016. No ano passado, as estradas federais registraram 6.398 mortes e 21.420 feridos graves em 96.358 acidentes, que envolveram 216.249 pessoas.<\/p>\n<p>Segundo o documento, a maior parte dos acidentes ocorre em dois picos ao longo do dia, \u00e0s 7h, e no final da tarde, \u00e0s 18h. Mas o maior n\u00famero de mortes ocorre no hor\u00e1rio noturno, entre as 3h e 4h. Segunda-feira \u00e9 o dia com maior n\u00famero de acidentes (17%), seguido de domingo e ter\u00e7a-feira, com 16%. A maioria das mortes ocorre na ter\u00e7a-feira.<b><\/p>\n<p><\/b>O maior n\u00famero de mortes foi registrado nos Estados de Minas Gerais, com 830 letalidades e 14.371 acidentes; Paran\u00e1 com 652 mortes e 11.032 acidentes; Bahia, com 610 mortes e 5.496 acidentes; e Santa Catarina, com 450 mortes e 10.604 acidentes.<b><\/p>\n<p><\/b>O trecho com maior n\u00famero de mortos em 2016 est\u00e1 na BR 116, na sa\u00edda de S\u00e3o Paulo, com 18 mortes. Logo na sequ\u00eancia ficou um trecho na BR 381, no interior de Minas Gerais, com 15 mortes. O maior n\u00famero de acidentes (745) ocorreu na BR 101, na regi\u00e3o metropolitana de Florian\u00f3polis (SC).<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong><a href=\"http:\/\/www.cnt.org.br\/Imprensa\/noticia\/mortes-falta-atencao-prf-atlas-volvo\"> CNT<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Taxa de letalidade caiu de 18,8 mortes\/dia, em 2015, para 17,5 mortes\/dia, em 2016 A falta de aten\u00e7\u00e3o foi o fator que provocou o maior n\u00famero de mortes nas rodovias federais em 2016. \u00c9 o que revela a terceira edi\u00e7\u00e3o do Atlas da Acidentalidade no Transporte, divulgado nessa semana pela Volvo. 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