Os caminhoneiros conseguiram liberação, nesta quinta-feira, 16, para seguir viagem depois de ficarem 15 dias presos por conta de uma nevasca que atinge regiões da Argentina e do Chile. Cerca de sete concordienses, além de outros motoristas da região, estavam parados na região de Uspallata, cidade argentina, esperando que a nevasca diminuísse.
Segundo o concordiense Itamar Luiz Rovani, havia expectativa que a liberação ocorresse ainda na quarta-feira, mas apenas parte dos motoristas que estavam parados conseguiu seguir viagem. No total, segundo Rovani, havia mais de 400 carretas paradas esperando o tempo melhorar. O motorista, agregado ao Transportes Silvio, havia carregado há quase um mês uma carga de peito de frango e leva o produto para o Chile. Nesta quinta, a temperatura marca cerca de – 7ºC onde ele estava.
Em recente entrevista, Rovani disse que os problemas no local eram muitos, especialmente com a precariedade de locais para se abrigar. Foi a primeira vez que ele viveu uma situação como esta. O exército chileno tem auxiliado os moradores das cidades próximas à Cordilheira, onde estão os caminhoneiros, e que enfrentam a nevasca. As temperaturas, na semana passada, chegaram a ficar em -20ºC.
Fonte: Blog do Caminhoneiro
Os caminhoneiros concordienses seguem presos no Chile, país que enfrenta um severo inverno, com várias tempestades de neve. Já são quase 15 dias em que os motoristas não conseguem seguir viagem e isso já faz com que eles eas empresas comecem a sentir os prejuízos. A água, que abastece a região, congelou e está faltando gás para aquecer as residências e para o preparo dos alimentos.
O exército chileno tem auxiliado os moradores das cidades próximas à Cordilheira, onde estão os caminhoneiros, e que enfrentam a nevasca. As temperaturas, na semana passada, chegaram a fica em -20ºC.
