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5 dicas para pegar estrada em dias chuvosos

Os períodos de chuva no Brasil geralmente começam em outubro e vão até janeiro, podendo se estender até abril dependendo da região do país. Pensando no início dessa temporada, temos algumas dicas de direção preventiva e segurança para quem precisa pegar estrada em dias chuvosos, seja a trabalho ou lazer.

Orientações

Diretor de Operações da Rota do Oeste, Fernando Milléo destaca que verificar a situação dos pneus antes de pegar a estrada é fundamental. Ele cita que o TWI (indicador de desgaste da banda de rodagem do pneu) é um dos itens que devem ser avaliados pelo condutor. A verificação é para identificar quando o pneu está “careca”, ou seja, não possui mais aderência com o solo e deve ser trocado.

“A revisão do veículo antes de viajar é de extrema importância. Muitas vezes, itens simples de serem verificados, como nível de água, limpeza de para-brisas, posição dos retrovisores, fazem a diferença e garantem a tranquilidade durante a viagem”, diz.

Milléo lembra ainda que, em geral, os condutores optam por continuar na rodovia quando a chuva não está tão forte. Porém, mesmo com visibilidade é necessário aumentar a atenção com a pista molhada. O diretor acrescenta que a Rota do Oeste oferece atendimento 24 horas e gratuito pelo 0800 065 0163, para solicitação de apoio e informações sobre a rodovia, além de 18 bases de atendimento ao usuário, que podem ser utilizadas como abrigo para motoristas que optarem por parar o carro.

Riscos

A pista molhada pode contribuir com dois dos principais causadores de acidentes nas estradas na chuva: aquaplanagem e derrapagem. No primeiro caso, que é quando o carro perde a direção ao passar por uma poça d’água, de imediato, a ação deve ser a retirada do pé do acelerador, com leve pisada no freio. O volante tem que ser guiado firmemente para manter as rodas alinhadas. Assim que os pneus tocarem novamente o solo, o condutor gira levemente a direção, recuperando a aderência do veículo. Nos carros com freios ABS, basta pressionar o pedal do freio até o controle total. Já na derrapagem, a dica é soltar o acelerador e girar o volante lentamente na direção possível de retornar à pista. Os freios devem ser evitados, mas se for preciso frear o carro, pise devagar no pedal.

Agora confira 5 orientações para pegar estrada em dias de chuva:

1. Use os faróis acesos durante a chuva, mesmo durante o dia;

2. Evite passar por áreas com água acima do centro da roda;

3. Se o veículo apagar, espere alguns minutos para ligar novamente;

4. Escolha parar o carro em pontos de apoio seguros e não em acostamentos ou às margens da pista;

5. Mantenha distância da traseira de veículos, principalmente, quando a chuva estiver mais forte, pois a visibilidade será prejudicada pela água respingada de outros carros.

E você? Quais são as precauções que você toma na estrada em dias chuvosos?

Fonte: Pé na Estrada 

Barra de direção será avaliada gratuitamente na Castello Branco

Nos próximos dias 22 e 23 de novembro, das 10h às 17h será realizada mais uma ação do Caminhão 100% , no km 57 (sentido São Paulo), da rodovia Castello Branco. O programa é desenvolvido pelo GMA – Grupo de Manutenção Preventiva e Grupo CCR, e tem por objetivo promover a importância da manutenção preventiva.

Na ocasião, a Nakata se une ao programa para realizar avaliações nas barras de direção, item de segurança do veículo. De acordo com a empresa, o componente deve ser inspecionado regularmente e substituído sempre que apresentar indícios de desgaste.

A Nakata apoia a iniciativa desde o início do programa, em 2010, e já avaliou as condições da barra de direção em milhares de veículos.

Fonte: O Carreteiro

5 dicas que todo caminhoneiro precisa saber antes de pegar a estrada

A vida nas estradas nem sempre é fácil. Já faz parte da rotina dos caminhoneiros ter que dirigir por horas, inclusive em estradas que não conhecem. Mas existem maneiras de minimizar os imprevistos durante o trajeto, fazendo com que a viagem se torne mais segura e sem tanto cansaço. Confira as 5 dicas que todo caminhoneiro precisa saber para fazer a viagem de forma mais segura e tranquila.

1. Estude sua rota antes, para uma viagem tranquila

Quando você é contratado para fazer um frete, pode ser que tenha que enfrentar estradas que nunca passou antes. Por isso, sempre pesquise as rotas para chegar ao seu destino. No caminho, é importante que os caminhoneiros confiram também as melhores paradas de estrada e os serviços que elas oferecem. Leve em consideração também as condições da rodovia, os atalhos, interdições etc.

2. Cuidados com a manutenção

Longas viagens requerem cuidados redobrados com a manutenção do seu caminhão. Isso é essencial para a sua segurança e de todos que estão na estrada. Por isso, já tenha em mãos postos e borracharias que ofereçam o serviço de manutenção preventiva, onde será possível verificar as condições dos freios, luzes, suspensão e câmbio. Todo cuidado é pouco quando se trata do seu meio de trabalho. A manutenção preventiva já foi até assunto em um dos podcasts do Pedro Trucão. Clique aqui e ouça o bate papo de Trucão e um mecânico que explica o quão importante é revisão para a conservação do veículo.

3. Quando for descansar, fique atento aos locais

Todo caminhoneiro deve ficar atento à jornada de trabalho. Por lei, ela não pode ultrapassar 8 horas por dia (mais 2 horas extras permitidas). De acordo com o Ministério Público do trabalho, é preciso um intervalo de pelo menos 11 horas entre os trajetos. Por isso, é fundamental que você busque os melhores locais para descansar à beira da estrada, prestando atenção ao que a parada oferece: como pátios de estacionamento com postos de combustíveis, hotéis, dentre outros. Confira 7 pontos de parada gratuitos para descansar durante a viagem – clique aqui.

4. Alimente-se bem

A alimentação está ligada à sua saúde e bem-estar. Dessa forma, procure comer de forma balanceada, com alimentos ricos em verduras e legumes. Tente evitar frituras, doces e opte por comer coisas grelhadas, refogadas e cozidas, para que você se sinta bem disposto durante todo trajeto. Por isso, pesquise antes as paradas que ofereçam bons restaurantes ou invista na caixa cozinha e prepare suas próprias refeições.

5. Aplicativo Paradas de Estrada


Para que você possa seguir todas essas dicas e fazer uma viagem mais tranquila, foi criado o aplicativo Paradas de Estrada, que reúne diversas indicações de paradas espalhadas pelas rodovias de todo país. Onde é possível pesquisar os locais com melhor avaliação, visualizar comentários e consultar os serviços oferecidos. Dessa forma, você planeja melhor sua rota, com paradas que ofereçam manutenção preventiva, bons lugares para descansar e alimentar-se bem. Além disso, você ainda pode deixar a sua contribuição ao avaliar os estabelecimentos por onde passou.

Fonte: Pé na estrada

O que pode mudar na vida do caminhoneiro com o Marco Regulatório?

Nas últimas semanas, um relatório para a criação do Marco Regulatório do Transporte Rodoviário de Cargas foi apresentado em uma comissão especial da Câmara dos Deputados. A previsão é que as emendas sejam discutidas em 5 sessões para que o texto siga para o Senado, o que deve ocorrer somente em 2018.

A definição de um marco regulatório é uma demanda dos transportadores rodoviários de cargas. Além de unificar a legislação sobre o setor, o objetivo é reduzir divergências que impactam na segurança jurídica e refletem em prejuízos para empresários e autônomos. Mas na prática, algumas das medidas preocupam estradeiros e especialistas do segmento, visto que há possibilidade de aumento de custo operacional, que pode ser repassado para o frete.

Período mínimo de descanso

Um dos itens do Marco Regulatório é a instituição de um período mínimo de 8 horas de descanso diário para motoristas. A atual legislação estabelece um limite maior – segundo a Lei 13.103, o mínimo de descanso para o motorista é de 11 horas, que podem ser divididas em 9 horas mais 2 horas. Porém, muitos não respeitam a norma a acabam trabalhando direto por mais tempo, o que coloca em risco não só o próprio motorista e a carga, mas todo o trânsito.

Tempo de espera

Outro item fala sobre o tempo em que o motorista fica parado em filas ou esperando para carregar ou descarregar. Na antiga legislação, a Lei 12.619 considerava tempo de espera as horas que excedessem à jornada normal de trabalho do motorista, não sendo computadas como horas extraordinárias. Essas horas eram indenizadas com base no salário-hora normal acrescido de 30%. Hoje, segundo a Lei 13.103, quando esse tempo de espera é superior a 2 horas, pode ser considerado repouso, desde que não seja exigida a permanência do motorista junto ao veículo e o local ofereça condições adequadas. O marco regulatório pretende que essas horas sejam contabilizadas como horas trabalhadas.

Com essas mudanças, as transportadoras não descartam que os custos possam ser repassados nos fretes. “Todo segmento, quando impõe algum tipo de regulamentação acaba envolvendo custos. Não tenho dúvidas que, a partir do momento que nós tivermos regulado, isso irá gerar um custo que será passado para o contratante. No caso específico do agronegócio, com certeza a conta vai ser um pouco maior para o produtor”, afirma Miguel Mendes, da Associação dos Transportadores de Carga do Mato Grosso, para o Canal Rural.

Livre concorrência x preço mínimo do frete

De acordo com o deputado Assis do Couto, existem pontos negativos no marco regulatório, como por exemplo o artigo segundo do documento, que estabelece “regime de livre concorrência”, ou seja, permitindo que a atividade seja realizada por pessoas físicas ou jurídicas em livre concorrência. “Isso é um dispositivo para inviabilizar o nosso projeto que estabelece o Preço Mínimo do Frete (PL 528/2015) e que dá proteção aos caminhoneiros mais fracos, aos pequenos e aos autônomos”, explica. Para ele, a livre concorrência sepulta de vez o preço mínimo do frete. Outro ponto que pode prejudicar os autônomos, segundo Couto, é a restrição de posse de apenas um caminhão para essa categoria.

Fonte: Pé na estrada

PRF realiza escolta para carga com maior peso já movimentado nas rodovias federais do Brasil

A escolta da carga (um transformador) realizada pela Polícia Rodoviária Federal corresponde ao maior peso bruto total combinado já movimentado na história das rodovias federais brasileiras, totalizando 847 toneladas.

Para a realização da operação foi necessária a utilização de equipamento que distribuísse o peso sem danificar a rodovia ou pontes ao longo do trajeto. Assim, está sendo utilizado um veiculo especial que deixou o conjunto com 125 metros de comprimento e 5,80 metros de largura, ocupando parte da rodovia que foi sendo controlada pela PRF.

Além disso, estão sendo utilizados 4 caminhões-tratores fora de estrada para que se tenha capacidade suficiente para tracionar a composição.

A previsão da velocidade de deslocamento é de 10 km/h.

A carga saiu de Pelotas com destino à Candiota às 6h da manhã do domingo (12). Estima-se que chegue ao destino em dois dias. Pela análise realizada e a velocidade de deslocamento deve parar em Pinheiro Machado, retornando as atividades no amanhecer de segunda-feira.

A escolta foi planejada a partir da análise das estruturas viárias ao longo do caminho, como pontes, viadutos, rotatórias e através de estudos técnicos que possibilitem a passagem da composição sem o comprometimento dessas estruturas, sendo considerada uma mega operação pelos envolvidos.

Duas viaturas da PRF estão envolvidas na operação, além de policiais especializados na fiscalização de cargas indivisíveis, que estão realizando as intervenções necessárias visando a garantia da segurança viária, bem como estruturais.

Nesse sentido, recomenda-se prudência aos usuários que trafegarem pela rodovia BR-293, próximo a Pinheiro Machado na manhã de segunda-feira (13), quando serão retomadas pela PRF as ações de intervenção para a conclusão da escolta.

Fonte: Blog do Caminhoneiro

Caminhoneiros podem fazer reciclagem com 14 pontos para evitar suspensão da CNH

Motoristas de caminhão, ônibus e carretas que exerçam atividade remunerada poderão fazer curso de reciclagem antecipada para evitar que sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) seja suspensa. Eles podem optar por fazer esse curso ao atingirem 14 pontos na CNH no período de 1 ano.

A medida foi regulamentada na quarta-feira (1) juntamente com a nova regra que dá suspensão mínima de 6 meses para motorista que acumular 20 pontos ou mais na CNH durante o período de 12 meses. Antes, o tempo mínimo de bloqueio da CNH era de 1 mês.

De acordo com o Ministério das Cidades, a possibilidade de fazer a reciclagem antecipada vale apenas para habilitados nas categorias C, D e E (caminhões, ônibus e carretas) que tiverem o registro de atividade remunerada em sua CNH. As categorias A e B (motos e carros) não foram contempladas.

A reciclagem para evitar a suspensão da CNH é baseada em lei de 2016, mas precisava ser regulamentada para ser efetivamente cumprida, informou o Ministério das Cidades.

O conteúdo das aulas será o mesmo do curso de reciclagem já determinado pela legislação federal, explica o Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). A grade curricular abrange legislação de trânsito (12h), direção defensiva (8h), noções de primeiros socorros no trânsito (4h) e relacionamento interpessoal (6h).

Contagem de pontos vale desde novembro de 2016

O período maior de suspensão segue a Lei Federal nº 13.281, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A nova contagem vale para infrações cometidas desde 1º de novembro de 2016, data em que a norma entrou em vigor.

No entanto, somente agora que o condutor será penalizado porque se passaram os 12 meses em relação às primeiras infrações.

Para os infratores reincidentes, que atingirem os 20 pontos pela segunda vez no período de 12 meses, terão a segunda suspensão mínima de 8 meses, podendo chegar a 2 anos.

CNH é suspensa imediatamente?

O condutor não tem a habilitação suspensa imediatamente após somar os 20 pontos na CNH, explica do Detran-SP. Ele é notificado pelo Detran sobre a abertura do processo e tem o direito de apresentar defesa em diversas instâncias, conforme garante a legislação federal.

Ao ter a suspensão decretada, o cidadão recebe uma notificação para comparecer à unidade do Detran, entregar a habilitação e assinar o termo de suspensão, quando terá início o cumprimento da pena. A partir desse momento, o motorista está impedido de dirigir. Caso conduza qualquer veículo, poderá ter a habilitação cassada por dois anos.

Depois de cumprir a suspensão, a CNH será restituída e o motorista poderá voltar ao volante após apresentar o certificado de conclusão do curso de reciclagem – oferecido pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de forma presencial ou a distância. Quem tem a habilitação cassada, além da reciclagem, tem de refazer os exames médico, psicotécnico, teórico e prático de direção veicular.

Fonte: G1

7 dicas simples para evitar a colisão traseira

A colisão traseira está entre as ocorrências mais comuns nas estradas do Brasil. Atitudes simples por parte dos condutores pode evitar e prevenir acidentes. Confira algumas dicas da Cart – Concessionária Auto Raposo Tavares.

1. Sinalização

Também deve ser feita a sinalização correta com as setas para a mudança de percurso no tempo adequado. Assim, os outros motoristas podem planejar suas atitudes no trânsito, principalmente quando houver caminhões ou ônibus na retaguarda, já que nestes casos, o tempo de agir é mais lento.

2. Planejar

O condutor não deve ficar indeciso em relação ao percurso, especialmente com entradas e saídas de acesso. O ideal é planejar o trajeto antes de sair para não confundir o veículo que vem atrás.

3. Afaste-se

Para se afastar de quem segue a uma distância curta, a orientação é reduzir a velocidade ou deslocar-se para outra faixa de trânsito, ultrapassando com segurança.

4. Direção defensiva

Dirigir com prudência, respeitar as sinalizações e os limites de velocidade, além de estar preparado para as condições adversas que o trajeto pode proporcionar, o que inclui a estrada, veículo e variações de tempo.

5. Regra dos três segundos

Consiste na visualização de um ponto de referência na estrada, como uma árvore, e assim que o veículo à frente cruzar esse ponto, deve-se contar “cinquenta e um, cinquenta e dois, cinquenta e três”. Se o seu veículo passar pelo mesmo ponto de referência antes do final da contagem, é sinal que você deve reduzir a velocidade para aumentar a distância entre o veículo que vai à sua frente. É importante lembrar que a “regra dos três segundos” só é válida para carros de pequeno porte – até 6 metros de comprimento – e que estejam a 80 ou 90 km/h em pista sem adversidades.

6. Acionar o freio assim que avistar qualquer eventualidade

No entanto, o condutor deve -frear aos poucos para evitar derrapagens ou uma parada brusca.

7. Distância segura entre veículos

O motorista tem um tempo maior de resposta e reflexo imediato aos estímulos, como frear a tempo de evitar uma colisão.

Fonte: O Carreteiro

Como evitar o roubo de carga?

O roubo de carga continua entre os assuntos mais comentados entre os motoristas de caminhão. A insegurança na estrada é cada vez maior, e é frequente depoimentos de carreteiros que ficaram nas mãos de criminosos e tiveram suas cargas furtadas. Para o Cel. Paulo Roberto de Souza, assessor de segurança da NTC&Logística a falta de uma legislação mais específica para punir receptadores é um dos principais fatores que contribuem para altos índices de roubos de cargas registrados anualmente no Brasil.

“Na maioria dos casos o criminoso não é pego em flagrante o que reduz a pena de um a quatro anos de reclusão. Porém em maio de 2011 a Lei 12.403 modificou o código penal e todos os crimes com pena de até quatro anos são considerados de menor potencial e, portanto, o indivíduo apenas paga uma fiança e aguarda o julgamento em casa. A impunidade contribui para o aumento deste tipo de ocorrência na estrada”, ressalta o coronel. Em 2014, foram computadas 17.500 ocorrências, em 2015 esse número subiu para 19.250, o que provocou prejuízo de R$ 1.120 milhões. A região sudeste concentrou 85,76% das ocorrência, sendo São Paulo responsável por 44,11% e o Rio de Janeiro 37,54%.

O coronel alerta os motoristas sobre a importância de seguirem a risca o plano de gerenciamento de risco adotado pela a empresa a qual está prestando serviço. “Alguns profissionais querem fazer a sua própria rota e parar em locais que conhecem e encontram os amigos. Mas, nem sempre esta atitude é segura e pode facilitar a abordagem de criminosos. O ideal é seguir o plano da empresa que, geralmente, realiza o monitoramento e toma as dividas providências no caso de algum imprevisto”, destaca.

Confira alguns procedimentos seguros a serem adotados antes de iniciar a viagem:

  • Verificar a manutenção do veículo
  • Verificar com a empresa o local de entrega da carga para que possa estabelecer uma rota e locais seguros de parada
  • Evitar viajar durante a noite

Durante a viagem:

  • Parar apenas em lugares confiáveis;
  • Evitar parar ao longo da rodovia para “bater pneu”;
  • Não dar carona;
  • Enquanto estiver estacionado evitar conversas sobre o produto que está carregando e a rota que pretende seguir;
  • Caso haja a necessidade de pernoitar, travar o veículo e dormir fora do caminhão;
  • Evitar os chapas na rodovia, eles são muito perigosos e podem estar a serviço de alguma quadrilha;
  • Viajar sempre com o tanque cheio;
  • No caso de alguém sinalizar problemas em seu caminhão, não pare. Siga até o próximo local seguro para verificar a informação.

Fonte: O Carreteiro

Novas regras para a amarração de cargas podem aumentar segurança nas estradas

Foram necessários 18 anos para que a regulamentação da amarração de cargas fosse definida. Em setembro do ano passado, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu novas regras para a amarração de cargas. Essa regulamentação era aguardada desde a década de 1990.

A Resolução 552 determina que os veículos fabricados a partir de 1 de janeiro devem atender a todos os requisitos previstos na nova norma. Para os veículos que já estão em circulação, eles estarão sujeitos ao cumprimento das regras a partir de 1 de janeiro de 2018. Isso quer dizer que as empresas terão até o final de 2017 para se adequarem às novas regras.

A nova resolução prevê uma série de proibições. Dentre essas, é possível destacar a utilização de cordas para a amarração da carga. O uso desse item está permitido somente para a fixação da lona de cobertura, quando esta for uma exigência. Também está proibida a utilização de dispositivos de amarração em pontos de madeira. Os pontos metálicos, se estiverem fixados na parte de madeira da carroceria, também estão proibidos.

Não é raro, por exemplo, que muitas usinas e empresas agrícolas utilizem, em seus caminhões de carga, apenas uma corda para segurar a carga.

Para impedir esse tipo de comportamento, a resolução criou a obrigatoriedade de cintas têxteis, correntes e cabos de aço, com resistência total à ruptura. Esses equipamentos devem resistir duas vezes mais do que o peso total da carga. Já as barras de contenção, os trilhos, as malhas, as redes, os calços, os separadores, as mantas de atrito e os bloqueadores serão utilizados como dispositivos adicionais.

Para o transporte de cargas indivisíveis, também foram determinadas novas regras, principalmente para os veículos do tipo prancha ou carroceira, como máquinas e equipamentos. Conforme a determinação, esse tipo de carga deve conter, no mínimo, quatro pontos de amarração – com utilização de correntes, cabos de aço, cintas têxteis ou da combinação desses três tipos.

Um ponto importante da resolução é que os dispositivos de amarração só poderão ser passados pelo lado externo da carroceria, para os veículos do tipo carga seca, quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria.

Para o presidente da Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar), João Batista da Silva, as novas regras aumentam a segurança nas estradas.

“Além de trazer um impacto geral para a segurança no transporte rodoviário, os grandes beneficiados serão os próprios motoristas. É importante salientar que é obrigação das empresas providenciar essas mudanças”, considera.

Fonte: Blog do Caminhoneiro